NUNCA fui muito bom com despedidas. Tanto que minha mãe sempre conta que ao final da projeção do filme “E.T., o Extraterrestre” no cinema (ali por 1647…) eu passei a gritar e reclamar ao final da sessão, uma vez que era difícil para mim porque aquele bicho estranho e adorável deveria aparecer na minha vida pelo tempo suficiente para me cativar, voar no cestinho de uma bicicleta e depois sumir, assim, de repente, numa nave espacial.
Ser PARANINFO é, entre outras tantas coisas (essas, inteiramente boas), se despedir. A despedida do paraninfo, no entanto, é especial: ela vem repleta de significados que evocam um rito de passagem com uma simbologia imemorial. O professor, o conselheiro, o amigo que, mais adiantado, concede a última lição dos aprendizes enquanto tais.
Ser PARANINFO, no entanto, é uma despedida tenra: é a coroação do esforço e do trabalho dos aprendizes que sob seus olhos foram galgando mais e mais degraus.
Que a despedida de hoje à noite seja meramente protocolar, que seja meramente a marca institucional (apenas) de dois espaços burocráticos que jamais nos separem enquanto amigos, por inteiro.
PARABÉNS aos meus queridos afilhados. O que nos separa de uma baita festa é apenas uma cerimônia, algumas togas. E alguns discursos! Até mais tarde!




Professor querido!!
Tenho certeza que deixou, para cada um de nós, lições que vão muito além do Direito. São ensinamentos que nos fazem mais humanos, que entram direto no nosso coração, e espero que reflitam na carreira, no caráter e na vida de todos os colegas.
Só me resta dizer OBRIGADA a você: professor, padrinho e amigo Gabriel!
Beijoo e vamos comemorar!!!
Por: Christina em 21/01/2012
às 11:00
VAMOS COMEMORAR!
Um brinde pelas marcas que vocês deixaram em mim, igualmente.
Por: gabrieldivan em 21/01/2012
às 16:32